Fundado em 23 de novembro de 1932, o Sindicato dos Ferroviários (Sindfer) é a mais antiga entidade sindical em atuação na Vale. Representa os trabalhadores em ferrovias nos estados de Espírito Santo e Minas Gerais.
São quase 80 anos que a entidade está em defesa dos direitos da categoria, cujos trabalhos se iniciaram no ano de 1894. O Sindicato é filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
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17 de novembro de 2011 at 9:09 PM
[...] companheiro João Batista Monteiro perguntou aqui no blog como fica a “situação dos aposentados anistiados acima de 70 anos , que já [...]
14 de novembro de 2011 at 9:58 PM
presado presidente do sindfer sr Joao Batista, solicito imformacoes de como vai ficar a situacao dos aposentados anistiados acima de 70 anos , que ja estao aposentados e sem condicoes fisicas de retortnar ao trabalho ,ESTAMOS TODOS SEM SABER QUAL A VANTAGEM QUE VAMOS TER COM O DEFERIMENTO A NOSSO FAVOR COMO ANISTIADOS
17 de novembro de 2011 at 8:56 PM
Caro companheiro,
Pela lei de anistia Nº 8878/94, após o deferimento, só tem direito ao retorno, o anistiado deferido que estiver em condições de trabalhar, não importando se o mesmo tenha 70 anos, ou estar aposentado normalmente (comum). Se estiver aposentado por invalidez não pode retornar, a não ser que o tipo de invalidez não atrapalhe a função a ser exercida; se isto acontecer, ele terá que renunciar a sua aposentadoria por invalidez para assumir o seu local de exercício escolhido e/ou designado em portaria ministerial.
Sds Sindicais
João Batista
Presidente do Sindfer ES/MG
27 de outubro de 2011 at 7:13 PM
Gostaria de denunciar o sistema de opressão que todos os funcionários da Vale, nas usinas 5 e 6, Vale, Ponta de Tubarão, Vitória, Estado do Espírito Santo vêm sofrendo, cujo os autores são alguns Diretores, certos Gerentes e Supervisores.
Os empregados estão sofrendo com a Lei do terror imposta pelos ditos “Chefes”!
Construir uma imagem temida é muito diferente de ser respeitado. O medo coloca barreiras e impede um bom relacionamento e também diminui e muito a produtividade do Empregado.
Por outro lado, conquistar a simpatia da equipe gerará respeito, e o respeito beneficiará a sua relação com ela. Quando a equipe se sente segura para dialogar, problemas são compartilhados com maior agilidade e podem ser contornados com maior rapidez. A figura do chefe estressado, carrancudo e déspota é para o cinema.
Cristiano Rogério Batista, que trabalha à noite é Técnico da Sala de Controle das usinas 5 e 6, Vale, Ponta de Tubarão, Vitória, Estado do Espírito Santo, que tem subido na Empresa à custa de delatar caluniosamente todos os seus colegas de equipe, é o típico exemplo de que a Empresa ao invés de valorizar os funcionários competentes, promove os entreguistas e inúteis.
Certamente que a Vale tem que rever seus conceitos de valorização dos seus empregados, já que a era da Ditadura já não existe mais; E a empresa parece que estagnou no tempo!
Por uma Vale mais produtiva e que respeita os seus trabalhadores.
31 de outubro de 2011 at 12:56 PM
Prezado Magno. A referida denúncia já foi devidamente repassada ao RH da Vale e cobrada que seja rigorosamente investigada.
Att
João Batista
Presidente do Sindfer ES/MG
20 de setembro de 2011 at 10:12 PM
Boa noite João Batista!
Meu nome é Noé Pereira e sou aposentado por invalidez da Vale.
Gostaria de saber sobre o acordo coletivo do plano de saúde dos aposentados por invalidez viegente há 5 anos. Li no jornal Raízes que o senhor está lutando para prorrogar o prazo… como está a negociação? Pode fornecer algumas informações? estou muito preocupado em derepente esse plano acabar. Com os meus rendimentos hoje não consigo sequer pagar plano de saúde para mim e para minha esposa. Qual a data da vigência do acordo? Aguardo um retorno.
Muito Obrigado!
21 de setembro de 2011 at 1:17 PM
Caro companheiro Noé,
O plano de saúde foi renovado no acordo coletivo dos empregados da ativa e vai valer por mais dois anos. Em 2013 estaremos negociando para mais tempo.
Sds Sindicais
João Batista
6 de setembro de 2011 at 6:22 AM
Gostaria que a diretoria do Sindfer verificasse junto o rh da Vale porque os funcionários expatriados não receberam o acordo coletivo de Moçambique e nem a do Brasil. A onde a gente se encaixa nessa. Vamos ficar de fora dos nossos direitos?
12 de setembro de 2011 at 12:39 PM
Prezado Renato,
Não consegui entender exatamente sua solicitação. Você se refere a que cidadão expatriado: o moçambicano ou o brasileiro? Ao que me consta o Brasil não expatria nenhum de seus cidadãos. Imagino que o mesmo ocorra em Moçambique. E, mesmo no caso de expatriação, há qualquer tipo de precedente na Vale que permite aplicar acordos coletivos de trabalho de um país para o outro? Gentileza ser mais claro e fornecer mais informações.
Sds sindicais,
João Batista